"O homem é diretamente um ser da natureza. Como ser natural e enquanto ser natural vivo é, por um lado, dotado de poderes e faculdades naturais, que nele existem como tendências e capacidades, como pulsões. Por outro lado, enquanto ser natural, corpóreo, sensível, objetivo, é um ser que sofre, condicionado e limitado, tal como o animal e a planta, quer dizer, os objetos das suas pulsões existem fora dele, como objetos independentes, e, no entanto, tais objetos são objetos das suas necessidades, objetos essenciais, indispensáveis ao exercí­cio e à confirmação das suas faculdades. [...] Ser sensí­vel é sofrer." (MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos. São Paulo: Martin Claret, 2001. pp. 182-183.)

06/04/2007

Em memória - IV parte

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IV

Ai de vós, escribas e fariseus
Ai de vós hipócritas
Amam os primeiros lugares
As principais cadeiras, as saudações
Ai de vós escribas e fariseus
Ai de vos hipócritas
Jerusalém, Jerusalém que matas os profetas
E matas os enviados
Quantas vezes quis ajuntar teus filhos

Mestre, vê o templo
Não ficará pedra sobre pedra
Mestre, quando será o dia?
Vereis guerras, vereis falsos
Mas ainda não será o fim
Vereis dor
O sol escurecerá e a lua não luzirá
Virá então o Filho do homem
Nas nuvens, com poder e glória

Olhai, vigiai e orai
Enviará seus anjos e ajuntará os escolhidos
Vigiai, que não sabeis o tempo
E no jantar veio mulher
Trazendo vaso com ungüento
Derramou-o sobre a cabeça de Jesus
Para que esse desperdício de ungüento?
Por que molestais quem me faz boa obra?
A mim nem sempre me tendes

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